A fórmula de cor é o registo do que foi aplicado no cabelo de uma cliente numa marcação: que tons em que proporção, que oxidante, quanto tempo e que resultado deu. Escreve-se uma vez por coloração e lê-se antes da seguinte. A mesma forma de nota existe num estúdio de massagem — o óleo, a pressão, a zona que doía — mesmo que lá ninguém lhe chame fórmula.
O que um cabeleireiro anota
Uma linha como «7/1 + 9/0 em 1:1, oxidante 20 vol., 35 minutos, só raiz» é uma fórmula completa: os tons da carta do fabricante, a proporção, o oxidante, o tempo e a zona. Cada profissional tem a sua abreviatura. O que importa é que uma colega a consiga ler seis semanas depois e misturar o mesmo, ou ver o que mudar se o resultado ficou demasiado quente. Os programas de cabeleireiro anunciam-no como funcionalidade porque a fórmula vive tantas vezes no caderno de uma só profissional e vai-se embora com ela.
Um estúdio de massagem raramente precisa dela — mas segue o mesmo padrão
Uma massagem tailandesa não tem fórmula para anotar, e seria estranho fingir o contrário. O que um estúdio tem é o mesmo padrão: o que foi feito da última vez é a primeira coisa que a terapeuta quer saber desta vez. Que óleo, e se provocou reação. Quanta pressão o cliente pediu, e se a meio pediu menos. Que zona foi trabalhada, que compressa de ervas, o que o cliente disse no fim. Essa é a fórmula do estúdio, e falha exatamente da mesma maneira: escrita numa ficha ou lembrada por uma só terapeuta, falta no momento em que outra pessoa fica com a marcação.
Porque a nota pertence à visita, não à ficha do cliente
As preferências de um cliente mudam: a pressão certa em janeiro é demasiada depois de uma lesão nas costas em junho. Um campo na ficha do cliente é substituído de cada vez e perde o que lá estava; uma nota no tratamento registado guarda cada visita com a data, a última à mão e a anterior ainda lá. Um limite merece ser dito com clareza: o programa guarda texto. A nota vale o que a terapeuta escreve, e nenhuma ferramenta deve escolher o óleo ou a pressão por ela.
No Thai Clinic App a fórmula — ou o óleo, a pressão, uma nota sobre o que foi feito — é um campo seu no tratamento registado, criado uma vez na personalização. Cada tratamento registado leva então o seu valor, e o histórico do cliente mostra-o com a data, a terapeuta e o preço dessa visita, de modo que uma colega o encontra onde procura o tratamento, não numa ficha numa gaveta. Quando o tratamento seguinte é registado para esse cliente, o último valor do campo já está preenchido — como da última vez — e pode ser mantido tal como está ou substituído pelo que foi feito desta vez. Nada é sugerido ou verificado pelo programa: guarda o que escreve e mostra-o na visita seguinte. Um cabeleireiro que usa o mesmo programa guarda a fórmula de cor exatamente neste campo.
Perguntas frequentes
Um estúdio de massagem precisa de uma fórmula de cor?
Não. Lá ninguém mistura cor. O que um estúdio precisa é do mesmo tipo de nota — o óleo, a pressão, a zona trabalhada — e ela vai para o mesmo tipo de campo no tratamento registado: visível no histórico do cliente e oferecida de novo quando o tratamento seguinte é registado.
A aplicação sugere o óleo ou a pressão?
Não. Guarda o texto que a terapeuta escreve e mostra-o na visita seguinte — no histórico e como valor pré-preenchido para o próximo tratamento registado. O que se faz na marquesa continua a ser decisão da terapeuta.
Porque não simplesmente uma nota na ficha do cliente?
Uma nota na ficha guarda um valor e perde o anterior quando é substituída. Um campo no tratamento registado guarda cada visita com a data, e o último valor continua a ser o oferecido primeiro — exatamente o que se quer quando uma preferência muda.